Avaí

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Memorial

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Prefeitura Municipal de Avaí

Praça Major Gaspariano de  Quadros, 460 - Centro
CEP: 16880-000
Fone: 14-3287.1134
Site: www.avai.sp.gov.br

 

 

 

HISTÓRICO

 

OS PRIMITIVOS HABITANTES DESTAS TERRAS – OS INDÍGENAS

CRIAÇÃO DA ALDEIA  DE ARARIBÁ
Com a pacificação dos Índios Kaigangs que se processou nas imediações da Estação de Hector Legru, atualmente a cidade de Promissão, o então general Cândido Mariano Rondon resolveu criar uma aldeia de índios na jurisdição do Distrito de Paz de São Sebastião do Jacutinga, trazendo os primeiros índios para habitá-la e pertencentes às tribos dos Terenas e Guaranis. A instalação da Aldeia Araribá ocorreu no ano de 1912. Em 28 de abril de 1913, através do Decreto Lei nº 2371-F, declarou-se reservadas para localização de índios, as terras do vale do córrego ARARIBÁ, com uma área de 1.920,80 hectares ou 793,72 alqueires, no município de Avaí, quando este ainda era Distrito com o nome de JACUTINGA, localizado no município e comarca de Bauru.

Nesta área, atualmente estão localizadas às aldeias de:
- ALDEIA EKERUÁ – ETNIA PREDOMINANTE TERENA.
- ALDEIA KOPENOTI – ETNIA PREDOMINANTE TERENA.
- ALDEIA NIMUENDAJU – ETNIA PREDOMINANTE GUARANI.
- ALDEIA TEREGUÁ – ETNIA PREDOMINANTE TERENA E GUARANI.


Juntas, elas contam com uma população indígena de aproximadamente 700 (setecentos) índios. As principais etnias são a GUARANI E TERENA.
As aldeias recebem turistas e apresentam as suas riquezas culturais, preservadas por meio dos hábitos, costumes, linguagem, gastronomia e danças típicas.
O artesanato é feito com  penas e plumas de pássaros, em madeira, cerâmica e sementes. Cada aldeia possui um Centro Cultural onde toda essa riqueza é apresentada. As principais culturas são: a mandioca e a batata-doce.
Por ocasião do Dia do Índio as aldeias apresentam aos turistas: Diversas Palestras sobre a Cultura Índígena, Dança da Chuva das Mulheres Indígenas (Putú-Putú), Dança da Ema dos Homens Indígenas (Kipâe), Competição de Tiro ao Alvo com Arco e Flecha, Torneio de Malha, Futebol Masculino, Feminino e Infantil.

ALDEIA EKERUÁ
A LUTA PELA PRESERVAÇÃO DA CULTURA INDÍGENA


Apesar do avanço social e cultural, mais de 300 índios que vivem na Aldeia EKERUÁ, em Avaí, trabalham na preservação de suas tradições. Os membros migraram do estado do Mato Grosso do Sul em 1932 e, a partir de então, o grupo se tornou  reconhecido no Centro-Oeste Paulista.
Na aldeia são ministradas aulas ao grupo. Entretanto, a maior parte do tempo é tomada por atividades relacionadas à cultura indígena, como a agricultura. O cultivo da mandioca é a principal habilidade da tribo. No local, eles plantam praticamente tudo o que consomem.
Atualmente a gente tem desenvolvido os trabalhos com a comunidade de modo que eles passam a trabalhar na aldeia. Assim, eles têm o seu sustento aqui mesmo. Então nós temos hoje uma entidade sem fins lucrativos, uma Associação que desenvolve com uma parcela da aldeia, alguns trabalhadores da agricultura familiar no processamento da mandioca, explica David Pereira, professor da aldeia.
A cultura indígena recebe atenção especial na escola que funciona dentro da aldeia. O contato entre os índios jovens e mais velhos é uma das táticas utilizadas por David Pereira, para fazer com que a cultura permaneça ativa.
“Quando a gente perde um senhor de idade da aldeia, é como se tivesse perdido uma biblioteca inteira, porque é ali que estão nossas raízes, toda nossa história em si.

DAVID PEREIRA - PROFESSOR DA ALDEIA
A escola desenvolve um trabalho de levar os alunos na casa dos mais velhos. É uma maneira de estar divulgando aquilo que eles promovem, aprendendo a praticar a oralidade e sempre tendo esse respeito com os mais velhos da comunidade, diz.
A gente usa uma frase muito importante, que é quando a gente perde um senhor de idade da aldeia. É como se tivesse perdido uma biblioteca inteira, porque é ali que está nossas raízes, toda nossa história em si.
Com o trabalho de preservação da cultura indígena, o dia do índio, comemorado no dia 19 de abril, tornou-se importante para os membros da tribo. Tradições e costumes são lembrados com carinho na data festiva. É um lugar sagrado, porque índio tem que ter um espaço e um modo de vida, sem perder o nosso costume e sem perder também a nossa tradição. Agora chegou abril, essa data é sagrada e por isso nós estamos comemorando, lembra o índio terena Mário de Camilo.
Segundo o cacique Jasoni de Camilo, os índios se orgulham em divulgar as tradições e mostrar os trabalhos desenvolvidos na aldeia. Em todo dia 19 de abril, são promovidas danças, rituais e produzidos artesanatos. A gente sempre fica feliz quando chega esse dia. A gente reúne a comunidade e apresenta a nossa cultura.
A data tornou-se um marco para os indígenas. Como sou índio, eu me sinto alegre por ter essa data que sempre vem homenagear nós indígenas, finaliza o índio terena Adriano Luis Pereira da Silva.
Fonte:
Portal do G1 Bauru e Marília.

A ORIGEM
Documentos arquivados em repartições do Estado, na capital paulista e registros elaborados oficialmente na paróquia de Botucatu, comprovam que as terras que atualmente integram o município de Avaí, receberam os primeiros moradores, entre os anos de 1840 e 1860, que já estavam instalados na região com suas roças de milho, arroz, feijão e mandioca.
Nessa época - 1845 - já se determinava o local de JACUTINGA, cujo nome era atribuído ao rio, afluente do lado esquerdo do Rio Batalha. È uma prova que o nome atribuído a região (Jacutinga), veio do rio.
Entre estes moradores citamos: Francisco Rodrigues de Campos, João Baptista Marques de Almeida, Jeremias Franco, Justino José Ferreira, José Ferreira e Francisco José Ferreira.
A história de Avaí funde-se ao nascimento da ferrovia e, por extensão, à própria Bauru. Tudo teve inicio com os trabalhos de uma Comissão de engenheiros, chefiada por João Feliciano da Costa Ferreira.
Foram os primeiros estudos topográficos dessa mesma Comissão que determinaram, depois, a construção da Estrada de Ferro Noroeste. Do ponto de vista estratégico, a ferrovia eliminou as dificuldades que o governo do Império brasileiro sentiu no período de 1865 a 1870, por ocasião da guerra com o Paraguai.
Seria, ainda, através de suas paralelas de aço, que o homem, um eterno aventureiro e desbravador que geraria o desenvolvimento do sertão desconhecido, e habitado por índios.
O trabalho da Comissão, contratada pela Companhia de Estradas de Ferro Noroeste, iniciou-se no dia 15 de novembro de 1904, a mesma data na qual o presidente da República, Dr. Francisco de Paula Rodrigues Alves, assinou o Decreto autorizando a construção da Ferrovia.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
A partir de janeiro de 1905, sob a chefia do engenheiro João Feliciano da Costa Ferreira, a Comissão de Estudos para a viabilização da ferrovia, deu inicio a realização dos primeiros 100 km da construção da Estrada de Ferro Noroeste. Com a chegada da ferrovia começou a surgir o povoado de SÃO SEBASTIÃO DE JACUTINGA.
As terras onde seria edificada a Estação Ferroviária, pertenciam ao Major Gasparino de Quadros e sua mulher, e foi quando seu capataz (administrador) João Baptista Dias, mais conhecido como “João Guari” sugeriu ao proprietário que se fizesse a doação de uma área para a formação do povoado junto á Estação Ferroviária.
No dia 18 de junho de 1906, o major Gasparino de Quadros fez a doação de cinco (05) alqueires de terra, conforme escritura passada no Cartório de Agudos, onde seria estabelecido o patrimônio de São Sebastião de Jacutinga.
Três meses depois, em 27 de setembro de 1906, a Estrada de Ferro Noroeste teve inaugurado um trecho de 100 km de ferrovia, ficando aberto ao tráfego, o trecho de Bauru a Jacutinga, na extensão de 48 km para circulação de trens.
Por ser insuficiente a área para abrigar o povoado, no dia 17 de dezembro de 1906, o major complementou a área com a doação de mais cinco (05) alqueires, totalizando dez (10) alqueires, cabendo a Igreja Católica receber a doação de 50% do que fosse arrecadado com a venda dos lotes.
O total de dez (10) alqueires de terras doados pelo Major Gasparino de Quadros e sua mulher, foram processados no Cartório de Agudos, em dezembro de 1906.

INAUGURAÇÃO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE JACUTINGA
O trem especial da Sorocabana, puxado por uma locomotiva enfeitada com as cores verde amarela e as bandeiras do Brasil e da França, que também financiou a construção da ferrovia, com autoridades no interior dos carros (vagões), saindo de Bauru, seguiu em direção à última estação, construída no quilômetro 92, junto às terras da Fazenda Faca.
A primeira parada, após a composição deixar Bauru, ocorreu no quilômetro 25, onde existia uma estação e que, por ordem do construtor e presidente da ferrovia, engenheiro Joaquim Machado de Melo, recebeu o nome de Presidente Tibiriçá, homenagem ao visitante ilustre presente ao ato inaugural, Dr. Jorge Tibiriçá de Piratininga.
O trem prosseguiu e, vinte quilômetros depois,  ultrapassava a ponte sobre o Rio Batalha, e uma nova estação surgia a frente: JACUTINGA, na povoação que estava nascendo com a passagem dos trilhos da ferrovia e já dispunha de algumas casas comerciais e residenciais. Como seu primeiro chefe de estação, a ferrovia admitiu um dia antes da inauguração, Antônio Augusto de Faria, conforme registro feito em sua pasta individual existente nos arquivos da Estrada de Ferro Noroeste.
Depois de uma parada de alguns minutos, o trem especial, foi em direção a outra estação, no Alto do Tabocal, onde deram o nome de Presidente Alves, como homenagem ao Presidente da República e personalidade que autorizou a construção da ferrovia. Atingindo o quilômetro 92, última estação construída, foi denominada de Lauro Muller (hoje Promissão), uma homenagem ao Ministro da Indústria, Comércio, Viação e Obras Públicas, da época, e que estava presente.

ARRUAMENTO E DIVISÃO DOS LOTES
Em janeiro de 1907, chegou às mãos do Coronel Gerson França, prefeito de Bauru a documentação da doação das terras, e considerando que a doação havia se processado em favor da Câmara Municipal de Bauru, e da Igreja Católica, sugeriu então a contratação de engenheiros para fazerem o arruamento, a divisão e comercialização dos lotes do povoado, que ficaria a cargo do Coronel Francisco Tozoni Decarlis, nomeado Agente da Prefeitura de Bauru, junto ao povoado de Jacutinga.
O projeto de arruamento ficou por conta dos engenheiros Thomas Viteri e Eugenio Cestari.

FUNDADOR - MAJOR GASPARINO DE QUADROS
Natural de Grão Mogol, estado de Minas Gerais, onde nasceu a 29 de abril de 1874, era filho de Ângelo de Quadros Bittencourt e Isabel de Quadros Sá.
Foi o doador das terras para a fundação do patrimônio de São Sebastião do Jacutinga, a atual Avaí, em 1906. Nesta época trabalhava no Cartório de Registro de Hipotecas de Agudos.
Entre os anos de 1924 e 1930, foi prefeito da cidade de Agudos. Na década de 1940, já afastado da política, transferiu sua residência para a cidade de Bauru, à Rua Gustavo Maciel, 12-4.
Faleceu no dia 19 de janeiro de 1947, aos 73 anos de idade, deixando três filhos: Gasparino, Maria e Ângelo. Seu sepultamento foi no dia seguinte na cidade de Agudos, com homenagens de autoridades de Bauru e região.
 
PIONEIRO - JOÃO BAPTISTA DIAS
Foi um dos primeiros moradores de Avaí. Era mais conhecido como “João Guari” e foi ele quem sugeriu ao proprietário dessas terras, Major Gasparino de Quadros, que se fizesse a doação de uma área para a formação do povoado de Jacutinga junto á Estação Ferroviária. Ainda existem em nossa cidade alguns de seus familiares.

PIONEIRO - DOMINGOS ZULIAN
Foi um grande sertanista que se estabeleceu no Patrimônio de Jacutinga, montando uma serraria e comprando madeira bruta, tornando-a matéria prima para a construção de casas e móveis.
Iniciou fazendas na região de Jacutinga (Avaí), Alto do Tabocal (Presidente Alves) e entre os Rios: Feio e Dourado (Pirajuí), formando diversas lavouras nestas regiões. Foi o primeiro Subdelegado de Policia do Distrito de Jacutinga.
Ocupou alta posição de liderança, formando uma dupla política muito forte com o Capitão Juvêncio Silva.
Ocupou o cargo de prefeito no período de 03 anos (1923-1925)

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 30 de dezembro de 1910, através do Decreto Lei Estadual nº 1246, o povoado de São Sebastião do Jacutinga foi elevado à categoria de Distrito de Paz, com o nome de JACUTINGA.
O primeiro Juiz de Paz nomeado para o Distrito foi o Dr. Horacio Messias Nogueira, e o Escrivão de Paz foi o senhor José Ignácio de Almeida Salles.
A instalação do Distrito de Paz foi feita com a presença de autoridades bauruenses, e pelo Juiz de Direito da Comarca Dr. Rodrigo Romeiro. Neste ato também foi dado posse como primeiro Subprefeito do Distrito de Paz de São Sebastião do Jacutinga, ao senhor Aurélio Barcelos de Almeida, e como primeiro Subdelegado de Policia, o senhor Domingos Zulian.

DISTRITO DE NOGUEIRA
No ano de 1916, o engenheiro Joaquim Machado de Mello, presidente da Estrada de Ferro Noroeste, resolveu construir uma Estação no quilômetro 36, para melhor atender aos cruzamentos dos trens que tiveram acentuado aumento. Esta estação recebeu o nome de NOGUEIRA em homenagem ao engenheiro Carlos Gomes Nogueira. A estação foi aberta ao tráfego no dia 13 de outubro de 1916.
Casas foram sendo construídas nas proximidades da estação, e com isso, surgiu o povoado que 10 anos depois, recebeu à designação de Distrito de Paz de Nogueira, através do Decreto Lei Estadual nº 2225, de 15 de Novembro de 1927, ficando subordinado ao município e comarca de Bauru.
No ano de 1944, por decisão judicial e após entendimentos administrativos entre os municípios de Bauru, Avaí e Presidente Alves, o Distrito de Paz de Nogueira que pertencia á Bauru, passou a fazer parte de Avaí, enquanto que o Distrito de Paz de São Luiz de Guaricanga, que pertencia a Avaí, ficou subordinado a Presidente Alves. 
Para ajudar na solução dos problemas e visando o progresso do Distrito, a Prefeitura Municipal de Avaí mantinha um subprefeito em Nogueira. A principal fonte de renda do Distrito de Paz de Nogueira, nos anos de 1950, foi o laticínio que diariamente enviava para Bauru o carregamento de leite processado.
No auge da produção de leite, o distrito chegou a ter 30 famílias morando no povoado, que teve origem na Estação Ferroviária.
Na década de 1960, com o fechamento do laticínio, o distrito passou a decrescer. Atualmente residem no Distrito algumas famílias tradicionais do nosso município.

A ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE NOGUEIRA
A Estação de Nogueira foi inaugurada em 1916. Hoje conserva seus desvios que estão normalmente com carros estacionados da atual RUMO, mas a estação está abandonada. Cerca de cinco quilômetros à frente, existia um posto, o quilômetro 41, que ficava junto à ponte sobre o Rio Batalha. O trem da Noroeste que saía de manhã de Bauru, chamado de trem leiteiro, não tinha carro-dormitório e era composto de um carro-bagagem, dois carros de primeira e dois de segunda, além de um carro-restaurante. Era famoso por levar os pescadores até o posto do km 41 para pescarem no rio. Nogueira hoje é um distrito do município de Avaí. É um minúsculo povoado. Tem poucas casas e a maioria, como a estação, está abandonada.
Fonte: (José H. Bellório, 2001).

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Em 02 de Dezembro de 1919, através do Decreto Lei Estadual nº 1672, assinado pelo Dr. Altino Arantes, Presidente do Estado, o Distrito de Jacutinga foi elevado à categoria de Município, abrangendo os Distritos de Jacutinga e Presidente Alves, desmembrando se do município de Bauru e já com o nome alterado para AVAÍ.
A sua instalação ocorreu solenemente em 10 de abril de 1920, com a presença do Dr. Rodrigo Romeiro, Juiz de Direito da Comarca de Bauru, que presidiu a sessão de posse e instalação do município. À noite após o encerramento da sessão, e empossados os novos dirigentes do município, foram todos recepcionados, com um jantar, no salão do Cinema Central.

ORIGEM DO NOME
Primeiro Nome:
Por ocasião da chegada dos primeiros colonizadores nestas terras, a região já era conhecida por JACUTINGA.
Segundo Nome:
Com a fundação do povoado, a população local, que tinha como Santo Padroeiro São Sebastião, deram então o nome ao Povoado de SÃO SEBASTIÃO DO JACUTINGA.
Terceiro Nome:
Com a elevação do povoado a categoria de Distrito de Paz, o mesmo Decreto publicado alterava o nome do distrito para JACUTINGA.
Quarto Nome:
Quando foi criado definitivamente o município, o mesmo Decreto Lei alterava novamente o nome do distrito, passando então a se chamar AVAÍ, para homenagear a Batalha de Avaí, ocorrida no Paraguai em1868.
 
A INSTALAÇÃO DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA
A iluminação pública de Avaí foi iniciada no ano de 1914, quando a Prefeitura de Bauru, autorizou que os lampeões a óleo, retirados de suas ruas, viessem a serem instalados no distrito de São Sebastião do Jacutinga. Somente a partir de 1º de fevereiro de 1920, foram eles retirados e substituídos, devido à chegada da energia elétrica.

IGREJA MATRIZ DE SÃO SEBASTIÃO

FUNDAÇÃO

Podemos dizer que a Igreja Matriz de São Sebastião de Avaí foi fundada pelo padre Leonardo Hendricks, substituindo a igreja (capela) que havia sido construída em 1911
Dentro da matriz, do lado esquerdo de quem entra, vemos a pintura de um livro de homenagem, com a página aberta com os nomes das pessoas que contribuíram para a construção do telhado da igreja.
Ela foi construída no Largo da Matriz, como era chamada a Praça até 1916.
Como São Sebastião era o santo de devoção do doador das terras, para construção do patrimônio, em 1910, com a elevação do Patrimônio á Distrito de Paz, ficou definido como Santo Padroeiro da cidade: “São Sebastião”, e a localidade de São Sebastião de Jacutinga, teve seu nome alterado para JACUTINGA.
No ano de 1925, foi formada uma Comissão liderada pelo padre Leonardo Hendricks, para angariar fundos para a construção da nova Igreja Matriz.

A CONSTRUÇÃO
A construção teve inicio no mês de outubro de 1927, sendo que em 1930, já estava praticamente erguida, mas sem o acabamento, e sem a colocação das duas torres, que foram colocadas somente no final de 1930.
Sua construção coube ao morador de Avaí, Dante Landi. A construção foi feita em torno da antiga capela existente no local, que só foi demolida após a cobertura da Matriz.
A colocação da imagem de São Sebastião se deu em 1941, com a presença de quase toda a população avaiense. A primeira pintura da igreja (interna e externa) foi feita pelo construtor, Pedro Landi.

PRIMEIRA MISSA
A primeira missa, na nova igreja foi celebrada pelo Padre Leonardo Hendricks, tão logo foi colocado o altar no ano de 1928.

PINTURAS ARTÍSTICAS INTERNAS
As pinturas internas foram executadas pelo artista plástico Alberto Paulovick, em 1946.
Após varias reformas e pinturas, ainda mantém a sua arquitetura, mesmo depois de 85 anos do inicio da sua construção.
Depois de vários anos sem um padre local, em 2012, passou a residir no município o padre Gilberto José de Mello, sendo substituído no ano de 2015, pelo Frei Adaílton José Santiago.
Nos últimos anos, a igreja passou por grande reforma, desde os alicerces até o telhado e pintura.
A Igreja Matriz de São Sebastião, juntamente com o Museu Municipal “Francisco Pitta” e a Aldeia Ekeruá, fazem parte do Circuito Turístico “Caminhos do Centro Oeste Paulista”.

MUSEU MUNICIPAL “FRANCISCO PITTA” DE AVAÍ
O MUSEU MUNICIPAL “FRANCISCO PITTA” DE AVAÍ, foi criado pela Lei nº 1516, de 20 de dezembro de 2002. Teve alteração através da Lei nº 1704, de 09 de abril de 2007. No dia 01 de maio de 2010, foi reinaugurado, recebendo o nome do pai do historiador Vivaldo Pitta, que foi o fundador do museu.
O Museu Municipal tem como objetivo revelar as riquezas históricas, e as personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do município de Avaí e região.
Existem no museu espaços como: sala de exposição, galeria dos prefeitos, histórico da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, e um grande acervo em documentos, fotos e peças históricas, entre outros.
O Museu Municipal “Francisco Pitta” faz parte, juntamente com a Aldeia Ekeruá e a Igreja São Sebastião do projeto CIRCUITO TURÍSTICO CAMINHOS DO CENTRO-OESTE PAULISTA, com foco no desenvolvimento regional, e seguindo a tendência da regionalização e profissionalização da atividade turística.
O Museu Municipal “Francisco Pitta” completou em 2017, 15 anos de fundação.
O fluxo anual é de aproximadamente 3.500 visitantes, entre eles moradores das cidades de Avaí, Bauru, Pederneiras, Lins, Presidente Alves, Itu, Reginópolis, Assis, Penápolis, São Paulo, Artur Nogueira, Marília, Jaú, Ibitinga, Guarulhos, Jundiaí, São Paulo, Rio de Janeiro, Juína, Umuarama (Paraná), Campo Grande, Goiás, Sabino, Mogi das Cruzes, Praia Grande, Valinhos, Diadema, Foz de Iguaçu, Joinvile, Curitiba, Santos, Formiga e países como: Inglaterra, África do Sul, Portugal, Cuba e Paraguai.
FONTES:
Texto Extraído da Obra – “Avahy, Minha Terra Natal”
Autor: Vivaldo Pitta.
- Museu Municipal “Francisco Pitta” - Diretor – José Ricardo Navarro.
APOIO:
- Prefeitura Municipal de Avaí
Todas as pesquisas e todo o material levantado neste projeto foram realizados através do Museu Municipal “Francisco Pitta”
Gentílico: Avaiense

 

GALERIA DE PREFEITOS

 

Osório Pinto Machado 1920 a 1922
Domingos Zulian 1923 a 1925
Hipólito Porto Netto 1926
João Xavier de Mendonça 1927
João Pereira Novo 1928
Dr. Nuno de Assis 1929 a 1930
Antônio José Andrade 1930
José Silvestre dos Santos 1931
Dr. Nuno de Assis 1931
José Silvestre dos Santos 1931 a 1932
Gentil José de Castro 1932 a 1933
Dr. Nuno de Assis 1934 a 1935
Ercílio Silveira Prado 1936 a 1937
Archanjo Miguel Pero 1938 a 1941
João Pereira Novo Filho 1942 a 1946
Celso Xavier de Mendonça 1947
João Pereira Novo Filho 1948 a 1951
Gomes Berriel Filho 1952 a 1955
Julio Rocha 1956 a 1959
Camilo Mady 1960 a 1963
Hildo Nogueira 1964 a 1968
Oswaldo Edmundo Paschoal 1969 a 1972
David Belizário 1973 a 1977
Andira Costa 1978 a 1982
Antônio Faria Netto 1983 a 1988
Orlando Gimenes 1989 a 1992
Sebastião Barbosa de Oliveira 01/01/1993 a 31/12/1996
Sérgio Andrade Moreira 01/01/1997 a 31/12/2000
Reinaldo Silvestre Rocha 01/01/2001 a 31/12/2004
Paulo Sergio Rodrigues 01/01/2005 a 31/12/ 2008
Paulo Sérgio Rodrigues 01/01/2009 a 31/12/ 2012
Celso Roberto de Faveri 01/01/ 2013 a 31/12/ 2016
André Luis da Silveira Antônio 01/01/2017 a 31/12/2020

OBS:
O senhor Osório Pinto Machado foi o primeiro Prefeito de AVAÍ.

 





Acervo Digital

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