SALTO DE PIRAPORA

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Memorial

SALTO DE PIRAPORA
SALTO DE PIRAPORA

PREFEITURA MUNICIPAL DE SALTO DE PIRAPORA     

Avenida Lydia David Haddad, 150 - Campo Largo.
CEP: 18160-000
FONE: (15) 3491.9595
E-MAIL: contato@saltodepirapora.sp.gov.br
SITE: www.saltodepirapora.sp.gov.br


 

HISTÓRICO


A ORIGEM
O município de Salto de Pirapora foi fundada por lavradores e operários, comandados por Antônio Maximiano Fidélis, mais conhecido como “Antônio Fogueteiro” e por Felício Lencione, que no dia 24 de junho de 1906, apesar de virarem alvo de piadas para os companheiros, pois ninguém acreditava que levassem a ideia adiante, rezaram a primeira prece no local e demarcaram o lugar onde seria construída a futura cidade.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Os lavradores e operários das caieiras (fornos de cal) se reuniam nas vizinhanças daquelas primeiras casas ainda não alinhadas, e festejavam São João com fogueiras, mastro e reza ao ar livre.
O promotor da reza era justamente o fogueteiro, ajudado pelo negociante senhor Antônio Goes, sendo a sua venda (comércio) o ponto de reunião, como em toda parte. Não faltava a Santa Cruz.
O senhor Felício Lencione, Fogueteiro e João Goes, fizeram uma carpida exatamente no terreno onde hoje está situada a Igreja Matriz, e levantaram um mastro com uma bandeira do santo precursor, rezaram, soltaram fogos. O senhor Fogueteiro dizia, entre risos e zombarias dos mercadores e outros presentes: “aqui ainda vai ser uma cidade”. Ele é que estava certo. No ano seguinte, foi construída a primeira capela local (onde atualmente se encontra a Igreja Matriz), por João Goes, que ainda ofertou uma imagem de São João Batista, à pequena igreja.
O santo, desde então, ficou como padroeiro de Salto de Pirapora. No dia 06 de outubro de 1907, o Padre Luiz Sicluna celebrou a primeira missa na capela, com a presença de todos que moravam no pequeno povoado, e que ajudaram na construção da capela.

ORIGEM DO NOME
Um exemplo em que a geografia local define parte do nome do município, antigo distrito de Sorocaba.
Há, com efeito, na região referida, uma cachoeira, ou salto (aliás, desde os primórdios da colonização, bastante notável por sua imponência), que se situa no rio Pirapora, e no qual, por sua vez, acabou tendo o seu nome, pirapora, relacionado exatamente com o da cachoeira.
Explica-se: em Tupi, pirapora significa, literalmente, pulo do peixe, dos peixes (do tupi, pirá – peixe, e porá – saltar, pular, saltador) em referência à piracema, fenômeno natural comum no rio, mais particularmente na tal cachoeira, a qual os peixes buscavam transpor, saltando-a, em conformidade com seu ciclo de procriação.
Pouco se sabe sobre a possível autoria da denominação; o que se tem, com certeza, é que, quando em 1906, os primeiros colonos brasileiros chegaram à beira do rio Pirapora, e ali fizeram rezar uma primeira missa, já o nome do acidente, com o respectivo fenômeno natural, se tinha imposto tanto ao local quanto ao curso d’agua.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Em 18 de agosto de 1911, através do Decreto Lei Estadual nº 1250, o Povoado é elevado à categoria de Distrito de Paz, com a denominação de Salto de Pirapora, pertencente ao município de Sorocaba.
Em 1912, o senhor João Almeida Tavares foi nomeado o primeiro Tabelião do Distrito.
Em 1912, começaram a aparecer os primeiros carros, puxados por bois, que ajudaram muito no progresso do pequeno distrito, pois com eles iniciaram-se os transportes de madeira, produtos agrícolas, como arroz, feijão e batata para outras regiões.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
A tão batalhada lua pela emancipação, chegou somente em 1953, através de um plebiscito, na qual votaram os 657 eleitores que ali residiam na época. Desses eleitores, 475 votaram a favor  do desligamento político do Distrito, 174 eleitores votaram contra, 04 votaram em branco e houve 04 votos nulos.
Em 30 de dezembro de 1953, através do Decreto Lei Estadual nº 2456, o Distrito é elevado à categoria de Município, com o nome de Salto de Pirapora, desmembrado do município de Sorocaba.
Sua instalação ocorreu solenemente no dia 01 de janeiro de 1955.
A partir deste acontecimento, o município não parou de crescer, pois, aqui se instalaram várias indústrias, buscando a grande riqueza que a extração de minérios fornecia.

A CONSTRUÇÃO DA IGREJA MATRIZ
Alguns anos mais tarde, o mesmo padre, reuniu novamente esse pessoal, para viabilizar a construção de uma Igreja Matriz. Já corria o ano de 1922, quando então organizou-se uma comissão para construir a Igreja Matriz, sendo o chefe desta comissão, o coronel Manoel Ferreira Leão, que ao lado de sua esposa e tendo como auxiliares Silvino Dias Batista, Belarmino de Serqueira César, David Teixeira, Balduino Antunes de Oliveira, Pedro dos Santos e João Brizola de Almeida, levaram a cabo a empreitada seguindo a planta do arquiteto e padre Luiz Sicluna. A tão aguardada Igreja Matriz, está presente no município até os dias de hoje.
Gentílico: Saltopiraporense

 





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